quinta-feira, 10 de junho de 2010
É ela.
É ela, não sabe o que quer, vive, simples assim. Tem um cronograma a ser seguido com compromissos marcados pra no mínimo até o próximo mês, quadro quase completo, com poucas horas vagas. Tem quatro celulares, um não a satisfaz, não basta. Raramente esta satisfeita com o que tem, prefere sempre o do outro. Vai as reuniões regularmente, e volta e meia acha que esta louca pelo contato, e olhando ao seu redor. É inconstante em relação a tudo, ciumenta no ultimo grau existente na equação da posse. Poetiza da meia noite, sonhadora do amor perfeito, tem anseios, medos, angustias, sente vontade de chorar sem motivos, as vezes quer ficar só e as vezes esta cercada se sentindo só... Deseja ser o ciúmes doentio de outro alguém, uma doença, e não tem muita noção do que deve se dizer num relacionamento. Tem inúmeras duvidas em senso, em todos os casos! Cada vez que se relaciona se obceca e desde a primeira semana tem medo de perder, esquece a vida pessoal pra tratar do recém-chegado por amor, ou falta dele. Tem vontade de ficar com a família num final de semana, mas na metade do sábado já esta cansada e muda os planos como a amiga de namorado. Ouve musicas e idealiza alguém em cada frase delas, tem amores platônicos, tem um sonho de passar na faculdade federal em Minas Gerais ou Florianópolis. Corre atrás do que quer, e geralmente conquista. Viaja bastante sozinha, e se vira, literalmente. É foda, mas ela sempre consegue o quer. Sua madrinha diz que ela é “a mina” com tanta firmeza que ela começou a acreditar e viver assim, e desde então pegadora é seu codinome, acredito que isso a ajudou a aumentar sua auto-estima e sua áurea espiritual que faz atrair as pessoas pra você, é acredito nisso. E foi isso que ela fez. Ela é “a mina”.
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